sexta-feira, 28 de setembro de 2007

MANIFESTO TURISMOSÓFICO '2007

Prezados Bacharéis em Turismo (“Turismósofos”) do Brasil:Todos nós, no dia 27 de Setembro passado, recebemos mensagens de incentivos, congratulações e congraçamentos. Tudo muito bom e belo – uma ótima massagem no ego, convenhamos.Como sindicalista desta profissão ímpar, prefiro ver os demais 364 dias do ano como nossos, e o dia de ontem como “uma folga” destes demais.Escrito isso, venho corroborar a mensagem (tão bem pontuada) recebida de Dorgival Júnior – “SER TURISMÓLOGO” – abaixo transcrita:“Ser Turismólogo não é fácil – aliás, nada nesta vida o é.SER TURISMÓLOGO É:· Enfrentar desafios todos os dias, porque cada dia é diferente – não há rotinas nesta profissão;· Ter que estudar MUITO, pois temos que conhecer de tudo um pouco: é nossa obrigação lidar com as diferenças e as instabilidades (das pessoas e do mercado) diariamente;· Enfim, tem que ter Talento (não o chocolate!). competência e capacidade de adaptação às adversidades;· Enfrentar a ignorância dos que infelizmente desconhecem o que é SER um Turismólogo, com suas competências e deveres profissionais e que, em detrimento de buscarem conhecê-la, preferem zombar desta profissão tão rica e tão desafiadora.Mas, como toda área do conhecimento que busca estabelecer-se, tem que enfrentar estes obstáculos: a ignorância, o preconceito, o desprezo e a soberba das outras profissões – que tentam ser melhores que nós, em detrimento de somarem-se conosco. PARABÉNS A TODOS E TODAS!”Outrossim, corroboramos as assertivas acima com a seguinte mensagem:
MISSÃO DO BACHAREL EM TURISMOComunicar que nossa missão é trasnportar o Brasil pela senda do progresso, sendo a energia do país nesta busca permanente de nosso desenvolvimento econômico, na defesa dos interesses nacionais, promovendo a justiça social e proporcionando melhores condições de trabalho ao povo brasileiro, com vistas à saúde financeira dos cofres da União e à integração nacional plena, amparados pela ciência intrínseca à nossa atividade, avançando em conjunto com a tecnologia de nosso tempo.Assim sendo, como indivíduos privilegiados da espécie humana, cabe a nós conduzir à humanidade em seu progresso incessante, em que nos fica vedado retrocedermos aos estágios anteriores ou inferiores, pois pensar em retrocesso é negar à Lei do Progresso.Embora a humanidade desenvolva-se por si mesma, mesmo não havendo uma coesão de progresso simultâneo, o contato social vem permitir que os mais adiantados auxiliem o progresso dos outros – em que o cerne desta questão reside na união de todos, na união classista.Sendo o progresso condição inerente à natureza humana, não devemos colocarmo-nos em oposição a este processo, pois trata-se de força viva que – embora possa ser retardada – jamais será anulada. Quando um povo não progride no ritmo ou na velocidade devida, sujeita-se – de tempos em tempos – a abalos físicos e/ou morais, na intenção de despertar este povo à evolução necessária.Prova disso foi a tentativa de mobilizar os Bacharéis em Turismo em todo o país neste seu dia, em que a falta de interesse (na maioria dos locais em que foi proposta) foi crucial para a decorrência dos fatos que deveriam marcar esta data de forma mais significativa.Ante tais condições. faz-se mister que percebamos muito além da confusão momentânea que vem ferir nossos interesses imediatos, e saibamos distinguir que caminho tomaremos: se o da virtude ou o do vício (sendo o primeiro, obstinação e abnegação; e o segundo, estagnação e depreciação à níveis irreversíveis – embora não irrefutáveis). Duvidar disso é pretender que nos encontremos no apogeu da perfeição – o que seria absurdo – ou que não sejamos perfectíveis moralmente, algo que a experiência vem desmentir.Para encerrar, não é porque certas coisa são difíceis que nós não ousamos: é justamente por não ousarmos que tais coisas tornam-se difíceis, em que é tentando o impossível que realizaremos o possível. Saudações aos nossos 364 dias!AALEX EIDT – SINDICATURISMO NACIONALEste artigo está liberado para utilização em qualquer meio, contanto que seja citado o autor (baseado no sistema água mineral – “revelar a fonte”) e não haja alteração em seu conteúdo.
Prezados Bacharéis em Turismo (“Turismósofos”) do Brasil:

Todos nós, no dia 27 de Setembro passado, recebemos mensagens de incentivos, congratulações e congraçamentos. Tudo muito bom e belo – uma ótima massagem no ego, convenhamos.
Como sindicalista desta profissão ímpar, prefiro ver os demais 364 dias do ano como nossos, e o dia de ontem como “uma folga” destes demais.
Escrito isso, venho corroborar a mensagem (tão bem pontuada) recebida de Dorgival Júnior – “SER TURISMÓLOGO” – abaixo transcrita:

“Ser Turismólogo não é fácil – aliás, nada nesta vida o é.
SER TURISMÓLOGO É:
· Enfrentar desafios todos os dias, porque cada dia é diferente – não há rotinas nesta profissão;
· Ter que estudar MUITO, pois temos que conhecer de tudo um pouco: é nossa obrigação lidar com as diferenças e as instabilidades (das pessoas e do mercado) diariamente;
· Enfim, tem que ter Talento (não o chocolate!). competência e capacidade de adaptação às adversidades;
· Enfrentar a ignorância dos que infelizmente desconhecem o que é SER um Turismólogo, com suas competências e deveres profissionais e que, em detrimento de buscarem conhecê-la, preferem zombar desta profissão tão rica e tão desafiadora.
Mas, como toda área do conhecimento que busca estabelecer-se, tem que enfrentar estes obstáculos: a ignorância, o preconceito, o desprezo e a soberba das outras profissões – que tentam ser melhores que nós, em detrimento de somarem-se conosco. PARABÉNS A TODOS E TODAS!”

Outrossim, corroboramos as assertivas acima com a seguinte mensagem:
MISSÃO DO BACHAREL EM TURISMO
Comunicar que nossa missão é trasnportar o Brasil pela senda do progresso, sendo a energia do país nesta busca permanente de nosso desenvolvimento econômico, na defesa dos interesses nacionais, promovendo a justiça social e proporcionando melhores condições de trabalho ao povo brasileiro, com vistas à saúde financeira dos cofres da União e à integração nacional plena, amparados pela ciência intrínseca à nossa atividade, avançando em conjunto com a tecnologia de nosso tempo.
Assim sendo, como indivíduos privilegiados da espécie humana, cabe a nós conduzir à humanidade em seu progresso incessante, em que nos fica vedado retrocedermos aos estágios anteriores ou inferiores, pois pensar em retrocesso é negar à Lei do Progresso.
Embora a humanidade desenvolva-se por si mesma, mesmo não havendo uma coesão de progresso simultâneo, o contato social vem permitir que os mais adiantados auxiliem o progresso dos outros – em que o cerne desta questão reside na união de todos, na união classista.
Sendo o progresso condição inerente à natureza humana, não devemos colocarmo-nos em oposição a este processo, pois trata-se de força viva que – embora possa ser retardada – jamais será anulada. Quando um povo não progride no ritmo ou na velocidade devida, sujeita-se – de tempos em tempos – a abalos físicos e/ou morais, na intenção de despertar este povo à evolução necessária.
Prova disso foi a tentativa de mobilizar os Bacharéis em Turismo em todo o país neste seu dia, em que a falta de interesse (na maioria dos locais em que foi proposta) foi crucial para a decorrência dos fatos que deveriam marcar esta data de forma mais significativa.
Ante tais condições. faz-se mister que percebamos muito além da confusão momentânea que vem ferir nossos interesses imediatos, e saibamos distinguir que caminho tomaremos: se o da virtude ou o do vício (sendo o primeiro, obstinação e abnegação; e o segundo, estagnação e depreciação à níveis irreversíveis – embora não irrefutáveis). Duvidar disso é pretender que nos encontremos no apogeu da perfeição – o que seria absurdo – ou que não sejamos perfectíveis moralmente, algo que a experiência vem desmentir.
Para encerrar, não é porque certas coisa são difíceis que nós não ousamos: é justamente por não ousarmos que tais coisas tornam-se difíceis, em que é tentando o impossível que realizaremos o possível. Saudações aos nossos 364 dias!

AALEX EIDT – SINDICATURISMO NACIONAL
Este artigo está liberado para utilização em qualquer meio, contanto que seja citado o autor (baseado no sistema água mineral – “revelar a fonte”) e não haja alteração em seu conteúdo.

domingo, 16 de setembro de 2007

MANIFESTO SINDICAL TURISMOSÓFICO

1. Quando houver a união - mais que isso, O INTERESSE dos Bacharéis em uma causa que é nossa, de mais nenhuma outra área - e a coesão de interesses de TODOS os Bacharéis, sem exceção, nossa realidade poderá começar a mudar.
2. Enquanto prevalecer no seio dos 'Cursos Superiores de Viagem' (pois o Turismo é muito maior e mais abrangente do que o lecionado nas Academias de Conhecimento) e, sobretudo, em seu Corpo Discente, uma postura alienante (por parte do 'Ensino') e alienada (por parte de quem propõe-se a aprender - ou finge que aprende), não haverá mudanças tão cedo no paradigma de nossa profissão sem regulamentação e quaisquer reconhecimentos.
3. SOMENTE A COESÃO MASSIVA NOS CONDUZIRÁ A MELHORES CONDIÇÕES DE ATUAÇÃO, CONHECIMENTO DE CAUSA, EMPREGABILIDADE, RENDA e GERAÇÃO DE DIVISAS.Obrigado pelo interesse dos (infelizmente) raros interessados, da imensa massa de acomodados, que não importam-se de serem profissionalmente ignorados.

Amplexos, Saudações Sindicais Turísticas e Reflexões Turismosóficas,

AALEX EIDT - Presidente Nacional do SINDICATURISMO 2006_2008

A "GLOBALELA" DA TURISMOLOGIA NACIONAL

A turismologia brasileira e seu cientifismo intrínseco não cansam de ser avassalados pela estupidez da globalização – que, de acordo com Michael Denning, melhor chamar­-se­-ia 'GLOBALELA': A descaracterização e a fragmentação dos cursos superiores, em nome de maior lucratividade às entidades'P[H]ILANTRÓPICAS', ministradoras e mantenedoras de tais cursos 'superiores', aliada à teatralização pedagógica ministrada em aulas artificiais, formam o quadro ideal almejado pelos "empresários da educação" (vejam bem: não escrevi 'educadores' - tampouco, 'docentes'): o asfixiamento da realidade através de espartilhos pseudocientíficos, criando um ambiente subjetivo de tamanha diversidade e riqueza, ao ponto de transmutar a realidade extra­-classe em mero pretexto acessório - subalterno.
A iconoclastia de autores mais performáticos e pirotecnicistas que científicos ou, mesmo, técnicos – e, em sua grande maioria, estrangeiros – além de corroborar com este quadro, revela a subserviência não só ao capital financeiro como também ao capital intelectual, em detrimento de uma oportunidade única na história do Turismo Nacional, desde a implementação dos primeiros cursos superiores de turismo do país (na década de 1970) até a criação do Ministério do Turismo na primeira década deste terceiro milênio: A ELABORAÇÃO E INSTITUIÇÃO DE PATAMARES BRASILEIROS DO SABER­-FAZER DO TURISMO EM ÂMBITO CONTINENTAL (num primeiro momento) E GLOBAL (daí em diante).
Porém, enquanto predominar, no Ensino Superior de Turismo – seja ele de fomento Público ou Privado – as idéias vigentes de que educação qualitativa faça sinonímia aos privilégios individuais adquiríveis (e não a direitos coletivos conquistáveis) continuaremos a presenciar, passivamente, o patrimônio e a exuberância do conhecimento humano em formação a dissipar­se no horizonte de nossas "Academias do Saber, sendo paulatina e perniciosamente substituídos pelo minimalismo da indústria da cultura, mercantilizada e "de grife".
Não obstante, conformemo-­nos em perceber nos futuros Profissionais de Turismo deste país (recém ingressos nas academias, e que ainda estejam por ingressar) os resultados da negligência pedagógica das referidas instituições no sucateamento intelectual do ainda ostentado "ORGULHO NACIONAL" (Estudante) a transmutar-se – com esta qualidade de ensino – em 'Estorvo Social' (desempregado).

AALEX EIDT - SINDICATURISMO NACIONAL

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

CARTA ABERTA AOS BACHARÉIS EM TURISMO BRASILEIROS

Um Turismo mais justo só poderá ser construído com a anuência coletiva deste princípios: RESPEITO, RESPONSABILIDADE, ÉTICA, COMPROMISSO, UNIÃO, PARTICIPAÇÃO, DISCIPLINA, INTERESSE, LIBERDADE, AUTONOMIA e DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO.
VIMOS POR MEIO DESTA CONVOCAR TODA A CLASSE LUDAMBÚLICA (TURISMÓLOGA) DO BRASIL A PARTICIPAR E DISCUTIR OS VALORES SUPRA-EXPOSTOS, QUE PODEM SER CONSTRUÍDOS DE FORMA HARMÔNICA, DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA POR TODOS NÓS; ATRAVÉS DESTES, ACREDITAMOS MARCAR NOSSA CARREIRA PROFISSIONAL NO ÂMBITO DO TURISMO – NACIONAL E INTERNACIONAL –, SUAS BENESSES, PROBLEMAS, COMPLEXIDADES E TRANSDISCIPLINARIDADE INTRÍNSECAS.
RESPEITO – respeitaremos as regras básicas para gerar transparência e ética em nossos atos vinculados às nossas jornadas profissionais e sociais deste momento em diante, onde quer que estejamos;

RESPONSABILIDADE – seremos responsáveis pela qualidade de convívio do grupo e temos a iniciativa de auxiliarmo-nos reciprocamente na luta de defesa por nossos interesses profissionais – diretos e indiretos;

ÉTICA – Nossas ações devem visar o bem comum da categoria profissional que representamos, em que nos é vedada qualquer ação que vá de encontro ao conjunto de deveres profissionais da área de atuação que escolhemos, tornando-nos aptos a assumirmos o conjunto de deveres que são parte da categoria escolhida, implicando em compromisso moral com indivíduos, clientes, forncedores, hospedeiros, operadores, agenciadores, governo, parceiros privados e com a sociedade, pela imposição de deveres e responsabilidades indelegáveis.

COMPROMISSO – estamos comprometidos com a seriedade dos objetivos da profissão de Turismólogo, com a qualidade dos serviços que prestamos e prestaremos e com o projeto coletivo desta categoria profissional;

UNIÃO – estamos integrados aos nossos objetivos comuns, pela valorização do profissional Turismólogo e na busca por nossos ideais;

PARTICIPAÇÃO – temos uma efetiva e atenta participação na sociedade brasileira, e sabemos que nossa interação coesa poderá gerar melhores resultados no âmbito do desenvolvimento nacional, na construção de um país melhor, no compartilhamento e na complementaridade mútua de nossas idéias, bem como na busca de solução e caminhos ainda por serem trilhados – nesta área que gera um a cada dez postos de trabalhos diretos na economia mundial. Temos plena consciência da importância e do axioma de nosso saber e complexidade transdisciplinares para a economia do País.

DISCIPLINA – temos maturidade suficiente (profissional, classista e moral) para concebermos uma nova concepção de como fazer Turismo neste país, em um ambiente auto-gerido e controlado, e para realizarmos ações em prol dos Bacharéis Turismólogos de forma alegre e criativa, sem faltarmos com a seriedade que nos compete.

INTERESSE – somos interessados e estamos atentos à evolução da legislação vigente em nosso País – reguladora, tributária ou sindical – e sabemos que as dispersões isoladas podem acarretar a dispersão do grupo;

LIBERDADE – respeitamos a liberdade de escolha de todos os profissionais desta área – do profissionalismo liberal ao proletariado – da qual participamos, no que tange à quaisquer formas de manifestações intelectuais, culturais, religiosas, comportamentais e sociais para que sejamos respeitados como cidadãos, como profissionais, como pensadores, como críticos e como formadores de conceitos, idéias, axiomas e epistemologias.

DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO – Encontramo-nos aptos a pautar e a discutir temas de alta complexidade e relevância ao cerne econômico nacional, inerente à nossa atividade, tais como: subsídios turísticos internacionais, bancarização do turismo, controle cambial, turismo exportativo, financiamento, linhas de crédito, consignação e demais fatores econômicos que prerroguem economicamente em nosso campo de atuação, sabendo ser nossa obrigação legal o compromisso de instituir, administrar e conceder linhas de crédito aos nossos afiliados.

Aqueles que tiverem real interesse em somarem-se a nós, solicitamos que o façam, em primeira instância, pelo e-mail sindicaturismo@terra.com.br - indicando estado de procedência/residência e grau de interesse e comprometimento disposto a ser aplicado nesta empreitada.

Nesta proposição final reside a AUTONOMIA, o livre-arbítrio de cada um em juntar-se a nós ou não, de acordo com sua própria consciência.

Porto Alegre, 21 de Outubro de 2005